19/11/2019 - 13:33

Oposição de Cabedelo se reúne em momento histórico para enfrentar Vitor Hugo em 2020



“Um dia histórico para a cidade de Cabedelo e seu povo”. Assim classificou o deputado estadual Felipe Leitão (DEM), ao participar, na noite de ontem, na Fortaleza Santa Catariana, de uma reunião envolvendo todos os atores que figuram a oposição ao prefeito do município portuário, Vitor Hugo, recém-ingresso às fileiras do Democratas.
A pauta do encontro, articulada por Felipe Leitão; vereadores de oposição, além de pré-candidatos a prefeito no pleito de 2020, foi unir forças a fim de enfrentar a máquina administrativa da prefeitura e o poderio econômico daquele que é conhecido em Cabedelo como “prefeito fake”.
Somado a esse aspecto, ficou estabelecido que outras reuniões serão realizadas, inclusive havendo a presença de outros membros da Assembleia Legislativa da Paraíba que não coadunam com as práticas administrativas de Vitor Hugo à frente da prefeitura do município portuário. Em suas palavras, Leitão foi específico com os presentes na reunião, que contabilizavam mais de 40 pessoas ligadas à cultura, saúde, educação, turismo e outros seguimentos interessados no crescimento efetivo daquela que é a terceira cidade com maior arrecadação no Estado.
“Eu vim para ouvir a oposição. Não podemos trabalhar divididos. Essa coisa de divisão deve acabar, pois favorece ao alcaide que está no poder. Para ele, quanto mais candidaturas individuais, melhor, pois fraciona a força política de cada um. É preciso união, e isso estou vendo aqui, e fico muito feliz”, observou o parlamentar.
Na reunião, que foi iniciada por volta das 20h, chegando ao seu findar às 23h, teve a condução e convivência harmoniosa entre os pré-candidatos a prefeito Sales Dantas, que preside o diretório municipal do PTB, Morgana Marcena, presidente do diretório cabedelense do MDB, Marcos Patrício (Psol) e Paulo Nogueira (Podemos).
Também presentes os vereadores Herlon Cabral, Geusa Ribeiro e Josimar Cabeleireiro. Em resumo geral, ficou evidenciado o descontentamento com a atual gestão, que passa pela falta de transparência, perseguição política até a má aplicação do dinheiro público.
Assessoria