12/09/2018 - 19:56

Eitel propõe a instalação do Plano de Unificação Nacional da Segurança Pública



A solução para os problemas da Segurança Pública no Brasil passa pela
união dos entes federativos, na avaliação do advogado Eitel Santiago.
Citando dados do Atlas da Violência 2018, que mostram o crescimento da
taxa de homicídios no país, o candidato à Câmara Federal defende a
integração das forças policiais e das estratégias administrativas para o
combate à criminalidade.
Apenas nos últimos dez anos, 553 mil pessoas perderam suas vidas devido
à violência intencional no Brasil, segundo o Atlas. Para Eitel Santiago,
é necessário a adoção de medidas urgentes e duradouras na área.
“Proponho a instituição do Plano de Unificação Nacional da Segurança
Pública, com atuação conjunta do governo federal, dos estados e dos
municípios, através da integração das Polícias Civil, Militar e Guardas
Municipais”, destaca.
De acordo com Eitel, a partir do Plano, os efetivos dessas forças seriam
devidamente aumentados, medida atrelada ao uso de inteligência e
tecnologia nas investigações para o combate à ocorrência de homicídios,
bem como ao tráfico de drogas e de armas. Também estão previstos no
Plano de Unificação, a aplicação de recursos para a instalação de
laboratórios, de complexos de monitoramento e de institutos de perícia,
bem como a integração da Polícia Federal e das Forças Armadas no
policiamento de fronteiras.
“É necessário ainda que haja treinamento contínuo para estes
profissionais e valorização econômica de seus subsídios, para acabar com
os comandos criminosos nos presídios através de eficiência e
transparência na execução dos recursos orçamentários”, acrescenta o
advogado.
Do mesmo modo, Eitel Santiago sugere a realização de um novo pacto
federativo, ficando sob a responsabilidade da União a coordenação da
política criminal, o aperfeiçoamento da formação de gestores e a
contribuição para formação de profissionais de segurança pública nos
três níveis federativos, por meio da criação de uma Escola Nacional de
Segurança Pública.