10/11/2020 - 17:51

Clínica que cobrava R$ 29 mil por "cura gay" suspende serviços após denúncias



Nesta terça-feira (10), a clínica de hipnose de Brasília que é investigada por oferecer "  cura gay  " informou que "não serão aceitas mais demandas de tratamento que lidem com a homossexualidade ". A empresa Hipnoticus atualizou a nota oficial disponível no site da clínica após o hipnoterapeuta Gabriel Henrique de Azevedo Veloso prestar depoimento à Polícia Civil do DF (PCDF). As informações são do portal Metrópoles.

Em nota oficial publicada esta tarde, a unidade informou que o serviço, que custava R$ 29.990, ficará interrompido "por tempo indeterminado". A clínica ainda ressalta que "os primeiros esclarecimentos já foram prestados às autoridades".

O dono da empresa disse que o serviço não tem vínculos com o governo Federal. Além da "cura gay", a clínica oferecia tratamentos para doenças como depressão e ansiedade em até seis meses, mesmo não tendo formação em psicologia, medicina ou terapia ocupacional.

Apesar do dono afirmar estar cadastrado no Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística (CRT), a entidade negou o fato, informando que homem teve o cadastro suspenso em agosto de 2018 por “pendências estatutárias e falta ética e profissional”. “Justamente por não cumprir as normas previstas no código de ética profissional, ele foi alertado a cessar a utilização do número da CRT de forma indevida”, escreveu.


Nesta terça-feira (10), a clínica de hipnose de Brasília que é investigada por oferecer "  cura gay  " informou que "não serão aceitas mais demandas de tratamento que lidem com a homossexualidade ". A empresa Hipnoticus atualizou a nota oficial disponível no site da clínica após o hipnoterapeuta Gabriel Henrique de Azevedo Veloso prestar depoimento à Polícia Civil do DF (PCDF). As informações são do portal Metrópoles


Em nota oficial publicada esta tarde, a unidade informou que o serviço, que custava R$ 29.990, ficará interrompido "por tempo indeterminado". A clínica ainda ressalta que "os primeiros esclarecimentos já foram prestados às autoridades".

O dono da empresa disse que o serviço não tem vínculos com o governo Federal. Além da "cura gay", a clínica oferecia tratamentos para doenças como depressão e ansiedade em até seis meses, mesmo não tendo formação em psicologia, medicina ou terapia ocupacional.

Apesar do dono afirmar estar cadastrado no Conselho de Auto Regulamentação da Terapia Holística (CRT), a entidade negou o fato, informando que homem teve o cadastro suspenso em agosto de 2018 por “pendências estatutárias e falta ética e profissional”. “Justamente por não cumprir as normas previstas no código de ética profissional, ele foi alertado a cessar a utilização do número da CRT de forma indevida”, escreveu.


De acordo com o portal, o caso é investigado pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual (Decrin) e pelo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
Fonte: IG